O vereador eleito em Porto Real do Colégio, Edmilson Bezerra da Silva, conhecido “Ed da Marabá”, foi preso acusado de um homicídio, cometido no centro do município. A prisão foi efetuada, na manhã desta quarta-feira (28), por policiais civis da delegacia da cidade, coordenados pelo Thomaz Acioly.
Segundo o chefe de operações do 85° DP, Antonio Augusto, a prisão do “Ed da Maraba” ocorreu em cumprimento ao mandado de prisão, em menos de 24 h, pelo crime de homicídio.
De acordo com as investigações, o acusado procurava matar o ex-genro, Anderson Vieira da Silva, foi repreendido por Wilson Antonio da Silva, conhecido por “Nita” e por este motivo foi morto com vários disparos de arma de fogo.
Cada Minuto Com assessoria da PC/AL
Militar diz que comandante cobra “arrego” em Atalaia
28 de Novembro de 2012 • 09h59
Envie a um amigo
Imprimir
Da Redação
O Comando Geral da Polícia Militar tem uma denúncia grave para apurar. Trata-se de acusação de corrupção contra o comandante da Companhia Independente de Atalaia, major PM J. Cláudio.
Um policial militar que se identificou apenas como Carlos [ele não revelou a patente], fez uma série de denúncias contra o major, ao vivo, no programa Plantão da Jornal, da Rádio Jornal AM 710, apresentado pelo radialista Wilson Júnior.
O militar disse que o comandante da Companhia está recebendo dinheiro de setores privados na cidade para garantir a segurança de festas e de movimentação financeira destes estabelecimentos. Uma dessas festas teria sido o Baile do Mel, realizado recentemente na cidade.
Segundo o PM autor da denúncia, o comandante recebeu R$ 1.000,00 dos organizadores do baile para garantir a presença de uma viatura da Companhia de Atalaia no evento. “A viatura ficou na porta do clube até o baile acabar e nenhum policial recebeu um centavo por isso”, denunciou o policial militar.
Conforme a denúncia, o major J. Cláudio estaria apertando a escala da tropa para atender à realização de eventos particulares. “Não temos condições de continuar trabalhando desse jeito. As escalas extras existem, mas são para situações de interesse da população e não de realizações ou interesses particulares”, disse o policial militar.
Ele contou ainda que o major tem a seu serviço um subtenente que vai aos locais para receber o dinheiro dos contribuintes particulares. Segundo ele, nenhuma parte do dinheiro arrecadado é usada para melhorias na unidade militar. “Trabalhamos numa pocilga”, comentou o militar.
Essa manobra de recolhimento de dinheiro em benefício de um oficial PM é chamada nos grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro de “arrego”, símbolo da corrupção. A reportagem entrou em contato com o Estado Maior da Polícia Militar e a informação fornecida foi a de que o caso será investigado já nos próximos dias.
mais.al