
Coletiva de imprensa convocada pelos delegados Thales Silva Araújo e Everton Gonçalves, nesta quinta-feira (8), esclareceu o andamento das investigações sobre o assalto à comerciante Marizete Maria de Oliveira, 41 anos, que teve dedos decepados pelos criminosos. O retrato falado de dois suspeitos – que teriam entre 22 e 34 anos – também foi apresentado durante encontro. O crime aconteceu no fim do mês passado, em Arapiraca.
“O caso é prioridade. Temos checado todas as informações que chegam sobre possíveis suspeitos. A gente tem recebido muitos informes. O próprio Deic tem acompanhado as investigações e toda e qualquer informação é válida e será averiguada”, afirmou o delegado Thales Silva Araújo, que pediu ajuda da população para quem tiver informações que levem à prisão dos envolvidos.
Um dos criminosos é branco, olhos verde, alto e tem uma tatuagem de estrela no pescoço, já o outro seria negro, estatura baixa e usava brinco, uma argola.
Vítima dos criminosos cobra Justiça e pede ajuda da políciaFOTO: REPRODUÇÃO TV PAJUÇARAO delegado Thales Silva lembrou a importância de não repassar informações falsas para não atrapalhar as investigações, já que, após o anúncio de recompensa por pistas dos criminosos, o fato levou muitas pessoas a ligarem para 181 para perguntar sobre o pagamento (discutido e oferecido pelos deputados estaduais) e que isso pode atrapalhar o objetivo do Disque Denúncia.
A comerciante Marizete Maria de Oliveira, 41 anos, teve dois dedos decepados durante assalto, no fim do mês passado, em Arapiraca. O crime – investigado por equipes da Polícia Civil – revoltou alagoanos que cobraram elucidação do caso e prisão dos envolvidos.
Marizete contou à imprensa que os criminosos utilizaram faca e martelo para decepar os dedos dela e ameaçaram estuprá-la e matá-la, enquanto buscavam dinheiro na oficina mecânica. Os assaltantes, ainda segundo relato da vítima, passaram a mão nos seios dela, abriram o sutiã que ela estava usando e encontraram a quantia de R$ 2 mil que estava escondida.
Nessa quarta-feira (7), o crime virou assunto durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Alagoas. Deputados anunciaram “vaquinha” de R$ 12 mil para recompensar quem oferecesse pistas que levassem à captura dos suspeitos.
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